Desenvolvimento de Sistemas para Automação Comercial

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Debian Netinst - 01/01/2026


Apresentação:

  • Esse tutorial contém todos os pacotes testados por mim para uma boa esperiência de acordo com meus gostos.

    Nem todos os pacotes são obrigatórios.

    Para servidores, durante a instalação escolha apenas SSH Server e Utilitários de sistema padrão, pois as demais configurações poderam ser feitas remotamente.


Pré Configuração no Virtual Box:

  • Sistema >> Aceleração = KVM

  • Display >> Tela >> Memória de Vídeo = 128

    Display >> Tela >> Controladora Gráfica = VMSVGA

    Display >> Tela >> Habilitar Aceleração 3D = true

  • Rede = Placa em Modo Bridge


Pré Configuração PC:

  • Desabilitar o Boot Security e Iniciar pelo GRUB2 para garantir o acesso por UEFI.


Formatação:

  • Escolha a segunda opção, Install e as demais de acordo com as preferências pessoais...

  • Nome do domínio pode deixar em branco se for local.

  • Método de particionamento = Manual:

    • Partição Primária, 1 GB, Partição de Sistema EFI;

      Partição Primária, 2 GB, swap

      Partição Primária, Restante, ext4, /

  • Será oferecido alguns pacotes para serem instalados, pode desmarcar todos.


Pacotes:

  • Sudo:

  • Outros:


Firewall:


Numlock:

  • Criar um serviço:

    Conteúdo:

    Instalar Serviço:


Fastfetch:

  • Apagar:

    Adicionar:


IP Stático:

  • Conteúdo:

    Finalizar:


Ajustar data e hora:

  • Para verificar as configurações de data e hora digite:

    Deve aparecer algo semelhante a isso...

    Onde:

    • Local time: é a hora atual interpretada pelo sistema.

    • Universal time: é a hora mundial UTC (Universal Time Clock).

      Seria a hora base onde todas as demais localidades onde se baseam para calcular seu fuso horário, ou seja é o fuso horário zero.

    • RTC time: significa Real Time Clock, ou seja a hora real da máquina que está na BIOS.

      Esse relógio está sempre ligado sendo mantido pela bateria da placa mãe.

    • Time Zone: é o fuso horário atual configurado no sistema, ele junto com o UTC que definem o Local Time.

    • System clock synchronized: diz se o RTC está sincronizado com um servidor NTP (Network Time Procotol) ou seja está sendo atualizado pela internet.

    • NTP service: indica se o serviço NTP está ativo.

      Esse serviço é responsável por sincronizar o relógio com a internet.

    • RTC in local TZ: informa se o relógio da BIOS, RTC está mostrando o horário local RTC ou o horário mundial UTC. indica se o servidor NTP está ativo.

  • Caso seja necessário ajustar o time zone:

    Se em dual boot com windows:


Pós configuração Virtual Box:

  • Se vc tiver seu site no pc por exempo em:

    D:\Github\Site\html

  • Melhorar a integração gráfica e de vários recursos entre o Virtual Box e sua máquina física:

    No Virtual box clique em...

    Dispositivos >> Inserir imagem de CD dos Adicionais para Convidados...

    Isso adicionará um CD virtual no /dev/sr0 confirme o dispositivo digitando lsblk.


SSH:

  • Para acessar o servidor a partir do Windows, usando o ip 192.168.1.4 como exemplo usa-se o comando:

    Quando se conecta em um dispositivo por ssh, o windows registra a conexão em um arquivo chamado known_hosts localizado em C:\Users\usuario\.ssh para evitar que vc se conecte ao mesmo ip no futuro mas em uma máquina diferente, evitando assim que vc sofra um ataque "man-in-the-middle" (MITM), caso isso aconteça ou simplemente ele detecte que a máquina destino não é a mesma da última vez, por motivo de formatação por exemplo, aparecerá um alerta WARNING: REMOTE HOST IDENTIFICATION HAS CHANGED! e não permitira a conexão.

    Para contornar isso se vc tem certeza que a máquina destino é a pretendida, vc pode apagar as linhas referentes ao acesso anterior no arquivo known_hosts ou simplesmente dar o comando:

    Ele resetará o acesso e perguntará se vc quer registrar um novo acesso fingerprint basta digitar yes e precionar Enter, em seguida digitar a senha de usuário e pronto, a conexão foi bem sucedida!

    Caso vc não queira ficar digitando a senha para se conectar, basta instalar o editor de arquivos nano caso ele ainda não esteja instalado e copiar sua chave pública do windows localizada em C:\Users\usuario\.ssh\id_ed25519.pub e colar no arquivo ~/.ssh/authorized_keys.

    Depois só digitar Ctrl + x, y, Enter para salvar e pronto.

    Caso vc ainda não tenha uma chave id_ed25519 no windows, basta criar:


Firebird:

  • Pacotes:

    Configuração:

    Descomentar e alterar:

    Testar:


Alias Firebird:

  • Adicionar no final do arquivo:

    Foi criado um Alias com nome de banco, lembrando que o alias não é obrigatório e pode se acessar o banco usando o caminho completo entre aspas.


ISQL:

  • Conectar:

    Criar usuário:

    Criar Tabela

    Dar privilégio ao usuário:


Certbot:

  • Para acesso https: pela porta 443/tcp é necessário se ter um certificado digital, geralmente se usa certificados SSL/TLS da Let's Encrypt por serem auto gerados e gratuítos.

    O certbot é um cliente oficial da Let's Encrypt e para gerar o certificado primeiro deve-se parar o servidor.

    O nginx escuta na porta 80 por isso deve-se pará-lo, ai no próximo comando a Let's Encrypt verificará se o dominio indicado está realmente direcionado para o local de solicitação do certificado pela porta 80.

    Quando necessário, para renovar o certificado basta digitar:


Raid1:

  • RAID1: Dois discos sendo gravados em paralelo com redundância de dados, perde-se em espaço mas ganha-se em segurança, caso um dos discos estrague, os dados permanecerão no outro discos e não haverá perca de dados. Bastando substituir o disco defeituoso.

    Verificar os discos disponíveis e apagar os dispositivos que serão usados.

    Exemplo com sdb e sdc:

    Gerenciar partições:

    Repetir o processo para o disco sdc.

    Agora criar um disco md0 a partir das partições discos sdb1 e sdc1.

    Agora aparecerá um md0 dentro de cada partição.

    O comando abaixo mostra o status do RAID, pois levar alguns minutos para que os discos sejam sincronizados.

    Enquanto estiver sincronizando deve aparecer algo como...

    O [2/2] [UU] indica que ambos os discos estão online.

    A última linha mostra o status da sincronização para sair basta precionar Ctrl + c.


    Terminando a sincronização, deve-se formatar o disco /dev/md0 como EXT4.

    Agora é só montar esse novo disco como quiser.

    Vou monta-lo para backup.

    Adicione a linha ao final do arquivo...

    Recarregar alterações do fstab e montar disco.

    Gerar UUID e salvar configurações no mdadm.conf para que o Array RAID seja montado automaticamente no boot e adicionar email para notificações.

    Conteúdo do mdadm.conf.

    Obs. Seu email e UUID serão diferentes.

    Agora é atualizar o initramfs para que ele pegue os dados do mdadm e fstab para configura-los antes mesmo de iniciar o sistema operacional.


Montar o diretório /var no RAID1:

  • Configurar montagem automática:

    Adicionar a linha ao final do arquivo:

    Atualiar o mdadm.conf

    Verifique se não foi criada uma /var no disco antigo, para isso basta montar o disco antigo em um diretorio temporário e ver se ele possui o diretório /var.


Verificações RAID1:


Avisos de falha RAID1 por email:

  • Configuração do email.

    Gerar senha de aplicativo AQUI.

    Conteúdo:

    Descomentar a linha DNS para DNS=8.8.8.8 do arquivo resolv.conf:

    Testar Envio:

    Para testar se está td certo, remova um disco e veja se o email chega.

    Deverá chegar um email avisando sobre a falha. Caso não chegue veja o status.

    O --fail marca o disco como defeituoso e para de usa-lo mesmo que o mdadm ainda ache que ele pode ser usado.

    O --remove desconecta o disco do array deixando o pronto para ser removido fisicamente.



Manipulação dos dispositivos RAID1:

  • Adicionar discos:

    Para adicionar um disco ausente primeiro veja qual dispositivo está faltando.

    Usando como exemplo a partição sdb1.

    Esse comando mostrará se o disco possui estrutura RAID.

    Caso o mdadm julgue o disco inconsistente zere os metadados e tente novamente.

  • Adicionar disco novo:

    Identificar o disco defeituoso e remove-lo.

    Trocar o disco fisicamente e criar nova partição.

    Adicionar nova partição ao Array:


Verificação RAID1 com CRON:

  • Criar script para verificação:

    Conteúdo:

    Cron:

    Conteúdo:


MySQL:

  • Escolher Não para a primeira pergunta e Sim para as demais:

    Reinicie o Serviço:

    Para o primeiro acesso digite apenas "sudo mysql":

  • Ver informações do plugin do usuario:

  • Alterar senha e plugin "auth_socket" para "mysql_native_password" do root:

  • Acessar usando usuario e senha:

  • Criar Banco de Dados:

  • Selecionar Banco:

  • Criar Tabela:

  • Criar usuario remoto:

  • Criar usuario local:

  • Listar privilégios:

  • Remover todos privilégios do usuário:

  • Remover privilégios específico do usuário:

  • Remover usuário:

  • Listar bancos:

  • Listar tabelas:


Chrome:


Drivers Proprietários NVidia:

  • Adicionar repositórios:

    Adicionar contrib e non-free ao final das linhas

    Atualizar:

    Drives NVidia:


Openbox:

  • Configure o gerenciador de temas:

    Conteúdo:

  • Para carregar o Compositor, Desktop, e Barra de Tarefas ao carregar o ambiente gráfico:

    Conteúdo:

  • Atalho para o Terminal:

    Adicionar em keyboard:

    Atualizar:


JGMenu

  • Crie um Button no tint2 settings, Panel Itens.

    Edite o Button colocando gdebi no Icon e jgmenu_run no Left click command.

    Horizontal padding = 3

    Isso criar um botão iniciar na barra de tarefas.

    Caso o botão não apareça, escreva algo em Text.

    Depois no terminal:

    Escolher o tema:

    Descomentar e alterar a linha:

    As opções a e p escolhidas no jgmenu_run init -i criaram os aquivos append.csv e prepend.csv, que são os itens superiores e inferiores no menu.

    Agora pode se editar esses arquivos para alterar esses menus na sequência Nome, Comando e Ícone.

    • Superior:

      Conteúdo:

    • Inferior:

      Conteúdo:

    Para aplicar a tranparência na barra de tarefas, em Tint2 Settings >> Panel desmarque Ignore compositor.


    Limpar o tint2:


ZSH:

  • Trocar o shell para outro com mais funcionalidades.


Oh My ZSH:

  • O Oh My Zsh é um gerenciador de configuração para que seja possível adicionar temas e plugins ao zsh.

    Obs. Ao executar o install.sh esteja no seu usuário e não no root para que ele seja instalado na para do usuário.


Alias para Shell:

  • Adicionar ao final:


Iniciar o modo gráfico ao efetuar o login no tty1:

  • Conteúdo:


Plugins para o Oh My ZSH:

  • Auto sugestões:

  • Mostrar cor de acordo com comando correto:

  • Ativar plugins:

    Acrescentar em plugins=(git):

    Carregar:

  • Uso:

    • Quando esquecer de digitar sudo tecle duas vezes o ESC.

    • Quando quiser pesquisar algo digite:

      google texto

      duckduckgo texto

      youtube @ribatube

      wikipedia texto

      github texto

    • Quando quiser descompactar um arquivo independente do tipo:

      extract Arquivo.zip


Power Level 10k:

  • Fonte para o terminal:

    Alterar a fonte do terminal em:

    Editar >> Preferências >> Aparência >> Fonte >> MesloLGS NF Regular

  • Tema:

    O Power Level 10k é um tema para o zsh configurável de forma interativa.

    O --depth=1 faz com que seja baixado apenas a última versão, sem histórico e um monte de coisa desnecessária.

    Configurar o zsh:

    Alterar ZSH_THEME:

    Carregar tema e configura-lo:

    Obs: na única opção que pode dar dúvida escolha Unicode.


Abrir apps gráficos remotamente com VcXsrv:

  • Direcione a saida de vídeo no linux:

  • No Windows instale o VcXsrv.

    Executando ele a única configuração que precisar ser alterada é a Disable access control para marcada.


Abrir Desktop remoto:

  • No Debian instale:

  • No Windows instale o Chocolatey.

    Depois execute:

    Depois só conectar usando no nosso caso o OPENBOX no Session type.